Um homem suspeito de fabricar, anunciar e vender notas falsas de dinheiro, por meio de negociação realizada via internet, usando aplicativos de mensagens está sendo procurado pela Polícia Federal, já que comete um crime contra a fé pública da União, segundo explicou o delegado da corporação Franklin Medeiros.
Segundo apurado, o criminoso cobrava até R$ 300 por R$ 3 mil em notas falsificadas.
O delegado mostrou que há mais de dez itens de segurança na nota, mas que a maioria deles já é reproduzida pelos falsificadores, com exceção do número do valor escondido em um ponto do lado direito da nota.
Comerciantes reclamam que são os principais prejudicados com o crime porque, muitas vezes, não há tempo suficiente para atender à demanda e ainda verificar detalhadamente cada nova nota.
“Nós temos uma grande demanda de clientes aqui por dia. Então, na correria, quando a gente pega, a ente pensa que é de verdade. Só no banco é que fomos descobrir que a nota era falsa”, explicou a vendedora Adrielly Felix
Segundo Medeiros, este crime tem se tornado cada vez mais comum em Goiás. Na capital, um homem foi preso, este ano, suspeito de vender dólares falsos – e teria dito aos policiais que não sabia que o dinheiro não era verdadeiro.
Um adolescente também foi apreendido suspeito do ato infracional análogo a este crime, também em Goiânia. Ele estaria levando R$ 700 para comprar um aparelho celular.
O terceiro caso de 2020 foi registrado em Catalão, no sudeste do estado. Nesta ocasião, os policiais conseguiram apreender ainda R$ 300 mil em notas falsificadas com dois homens que estavam hospedados em uma pensão da cidade, já que teriam viajado ao município justamente para vender o dinheiro.
Quem fabrica, anuncia e também aquele que compra as notas falsas comete crime que atenta contra a fé pública da União e, se condenado, autor pode ficar preso de 3 a 12 anos.
Jornal do Vale, desde 1975 – http://jvonline.com.br/











































