Opinião

Policial militar em atividade não poderia prestar serviço de segurança a terceiros

E mesmo que a corporação não considere irregularidade, não tem sentido moral que um policial possa prestar serviço de segurança que não seja a serviço da corporação policial.

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Júlio César Cardoso é servidor federal aposentado

Conforme informações do G1, agentes do Ministério Público do Rio de Janeiro e da Corregedoria da Polícia Militar realizaram a prisão de 17 PMs vinculados à segurança do bicheiro Rogério Andrade, acusados de participação em uma organização criminosa.

A propósito, vejam, por exemplo, o absurdo de nosso Tribunal do Trabalho: o TRT São Paulo – 2ª Região concluiu que não há proibição para que policiais prestem serviços a particulares, e caso houver alguma restrição da corporação, caberá a ela estabelecer a punição disciplinar.

Ora, se a corporação prever proibição com a correspondente sanção disciplinar, soa desarrazoado e ilógico o Tribunal do Trabalho acolher a relação empregatícia externa com um servidor policial.

E mesmo que a corporação não considere irregularidade, não tem sentido moral que um policial possa prestar serviço de segurança que não seja a serviço da corporação policial.

Para evitar o desvio de conduta profissional do policial militar, deveria haver uma LEI FEDERAL proibindo que o policial militar (concursado) em atividade exercesse igual função ou serviço de segurança, em qualquer horário, a terceiros.

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O nome da instituição Polícia Militar deveria ser preservado para que os seus agentes não fiquem a serviço de organizações criminosas.

Júlio César Cardoso é servidor federal aposentado

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ARTIGO

Marcas do tempo

Agir é o melhor caminho do que esperar soluções mágicas ou milagres, pois apenas avançando com os próprios esforços que as nuvens carregadas se dissipam. Mais do que a busca pela felicidade externa à satisfação consigo mesmo.

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Paulo Hayashi Jr. é Doutor em Administração. Professor e pesquisador da Unicamp.

A existência escorre como areias na ampulheta do tempo. Para quem fica parado, as horas podem parecer iguais, mas não são. Todo momento é sagrado e a conquista da vitória com merecimentos se faz pelo trabalho e dedicação que se realiza. Agir é o melhor caminho do que esperar soluções mágicas ou milagres, pois apenas avançando com os próprios esforços que as nuvens carregadas se dissipam. Mais do que a busca pela felicidade externa à satisfação consigo mesmo. É a paz de consciência que observa atentamente as marcas de Cristo em cada um de nós. Nas sagradas palavras de Paulo de Tarso: “Sem mais, que ninguém me perturbe, pois trago em meu corpo as marcas de Jesus” (Gálatas 6:17). É o sacrifício para o bem estar geral.

A existência carnal é um breve capítulo no livro espiritual de cada um de nós. Por meio dela, colhemos experiências, desenvolvemos as habilidades e a inteligência necessárias para distinguir o certo do errado. Pela disciplina ao trabalho também aprendemos a ser produtivos e úteis. O que seria do universo se os astros resolvessem não mais trabalhar? O que seria da vida na Terra se o Sol deixasse de brilhar? A chuva é para todos, mas apenas aqueles que conseguem ver a beleza por trás da matéria têm condições de apreciar em toda sua extensão as qualidades da vida. A bondade de Deus é estender para nós a capacidade de cocriadores e de realizadores de nosso próprio destino. Devemos estudar e trabalhar para que o tempo venha com as marcas da recompensa e do dever cumprido.

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Paulo Hayashi Jr. é Doutor em Administração. Professor e pesquisador da Unicamp.

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