Pesquisar
Close this search box.

Protestos dos professores e técnicos administrativos da UEG

publicidade


A Universidade do Estado de Goiás (UEG) passa por sucateamento, falta de pagamento de bolsas de pesquisa e de auxílio a estudantes em situação de vulnerabilidade financeira há cinco meses, bem como os salários atrasados dos meses de dezembro e março em relação aos professores e técnicos administrativos.

No início do ano, foi anunciado corte de serviços fundamentais para a continuidade das atividades como ônibus e carro para trabalhos de campo, verbas de manutenção dos laboratórios e, pasme, as impressoras das secretarias foram desativadas. 

No dia 12 de março houve assembleia geral no Campus Laranjeiras em Goiânia, com a presença de representantes de 11 Campus. Desses, três deflagraram greve imediatamente, sendo: Itapuranga, Itumbiara e Uruaçu. Logo após, em assembleia interna, o Campus Eseffego, da capital, aderiu ao movimento.

Na sexta-feira, 05 de abril, o Campus CCET, de Anápolis, em mobilização estudantil, divulgou que fechará os portões a partir do dia 8. No dia 2, a liderança da greve foi convidada pelo secretário de planejamento do Estado para negociações, porém, foi dito que as demandas da greve não podem ser atendidas. Os grevistas pedem, entre outras coisas: destinação de 5% do PIB do Estado para a Universidade; quitação total dos salários dos servidores e das bolsas estudantis; volta dos serviços cortados e mais nove reivindicações.

Leia Também:  Goiás dobra número de UTIs certificadas nos hospitais estaduais

Movimentações foram feitas em Goiânia, em frente ao Palácio do Governo e haverá outra que unirá o movimento grevista da UEG e dos profissionais da educação (SINTEGO).

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade