O Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE) exonerou ne quarta-feira (23), dois servidores após o Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) apurar denúncias de irregularidades em contratações, nepotismo e altos salários incompatíveis com as funções desempenhadas pelos servidores.
Um dos servidores era concursado na função de analista de controle externo, porém atuava como assessor contábil, com salário de R$ 41,6 mil. A outra servidora exercia o cargo de mecanógrafo, responsável por consertar máquinas de escrever, que nem existem mais. Para isso, ganhava um salário de R$ 8,1 mil.
As investigações do MP-GO também apontaram que um servidor que teria sido contratado aos 12 anos, em março de 1988, ocupa atualmente um cargo de nível superior, com salário de R$ 31,4 mil, apesar de não ter participado de concurso público.
O órgão trabalha para que o TCE corrija as irregularidades e contratações ilegais por meio de um acordo, mas ressalta que o tribunal poderá ser acionado judicialmente.
O TCE manifestou por meio de nota disse apenas que “segue analisando de forma detalhada a folha de servidores e irá informar os resultados tão logo a análise esteja concluída”.






































