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Trabalhador rural morre atropelado por caminhonete em Itauçu; Família cobra respostas da polícia

De acordo com o boletim de ocorrência, o motorista da caminhonete apresentava sinais visíveis de embriaguez no momento do acidente
Trabalhador rural morre atropelado por caminhonete em Itauçu; Família cobra respostas da polícia. Foto: Reprodução

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Um trabalhador rural de 31 anos morreu após ser atropelado por uma caminhonete na noite desta terça-feira (25) em Itauçu, na região central de Goiás. Segundo relatos policiais, Rodrigo Custódio Oliveira estava parado com sua motocicleta no cruzamento da Rua Ezequiel Lino com a Avenida Belo Horizonte quando foi atingido em cheio na traseira da moto.

O impacto foi tão forte que a motocicleta foi arrastada até o outro lado da rua. A caminhonete só parou após bater em uma parede. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) socorreram os envolvidos no local, mas a morte de Rodrigo foi confirmada pelos médicos ainda no atendimento.

De acordo com o boletim de ocorrência, o motorista da caminhonete apresentava sinais visíveis de embriaguez no momento do acidente. O documento registra que ele estava “completamente bêbado a ponto de não conseguir assoprar o bafômetro”, segundo relato da família.

O condutor sofreu possíveis fraturas no rosto e foi encaminhado para atendimento em Goiânia. Até o fechamento desta matéria, não havia informação oficial sobre eventuais prisões ou medidas judiciais contra o suspeito.

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Aline Silva, esposa de Rodrigo, disse que até agora não obteve respostas claras das autoridades sobre o andamento das investigações. Ela relatou ter ido à delegacia e ao presídio de Itauçu em busca de informações, mas afirma ter sido tratada com descaso.

“Até agora só recebi descaso, principalmente das polícias lá da delegacia e do presídio de Itauçu; eu fui muito humilhada. Os policiais me mandaram voltar para casa e cuidar dos meus filhos. Eu precisava somente de informações sobre se ele pelo menos tinha sido preso”, disse Aline.

“Ele foi trabalhar e não voltou”

Em depoimento, Aline descreveu o marido como um homem trabalhador e humilde, que havia conseguido recentemente um emprego como lavrador na cidade. “Meu esposo era um homem trabalhador, humilde, é triste demais. Ele foi trabalhar para trazer o pão de cada dia e não voltou mais pra casa com vida”, afirmou.

O casal tem duas crianças pequenas. “Eu tenho duas crianças pequenas que dependem literalmente de mim, e a minha vida acabou. Justiça é isto, é o mínimo que eu estou pedindo”, completou a viúva.

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Procurado para comentar o caso e informar se há prisão ou medidas cautelares contra o motorista, o órgão responsável pelas investigações não havia se manifestado até a publicação desta reportagem. A família aguarda posicionamento oficial sobre os próximos passos do inquérito.

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