O Poder Judiciário recebeu a denúncia contra 13 suspeitos de fraude na recuperação judicial do Grupo Borges Landeiro, nesta sexta-feira (31). Os acusados terão 10 dias para se deferem da acusação, por escrito, determinou a juíza de direito responsável pelo caso, Placidina Pires, da Vara dos Feitos Relativos a Organizações Criminosas e Lavagem de Capitais.
Conforme a denúncia, a organização agia com intenção de obter vantagens dos credores da empresa ao decretar falência.
O caso teria acontecido entre 2016 e novembro do ano passado e o grupo foi desarticulado com a deflagração da Operação Máfia das Falências. Na época, foi expedido sete mandados de prisão preventiva e seis de prisão temporária, com bloqueio de R$ 500 milhões dos envolvidos.
Segundo o Ministério Público de Goiás (MP-GO), eles teriam sonegado, omitido e prestado informações falsas, bem como ocultado patrimônio do grupo empresarial em referência, valendo-se de pessoas físicas e jurídicas de fachada, como “laranjas”, para desviar, movimentar e deter valores, bem como para arrematar os próprios bens de empresas.
Os denunciados
Foram denunciados Dejair José Borges, dono da construtora, e Vicente Conte Neto, como os líderes da organização criminosa, composta, ainda, por Camila Landeiro Borges, Elias Moraes Borges, Anderson Heck, Rodolfo Macedo Montenegro, Silfarnei Rossi Rocha, Bruno Burilli Santos, Marco Aurélio Bottino Júnior, Tiago Oliva Schietti, Lucas Oliva Schietti, Ricardo Miranda Bonifácio e Souza, Alex José Silva e Paulo Henrique Coan.
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