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Plantão Policial

Em Porangatu, PC realiza prisão de filho suspeito de matar o pai por causa de disputa de herança

Conforme o delegado, homem confessou em depoimento ter matado o pai. Lázaro Hipólito de Oliveira foi baleado no abdomem, mas conseguiu dizer a polícia que o filho tinha atirado nele antes de morrer.

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A Polícia Civil (PC) prendeu um homem suspeito de matar o pai, Lázaro Hipólito de Oliveira, de 81 anos em Porangatu. A principal suspeita da motivação do homicídio é uma briga familiar antiga por herança. O mandado de prisão preventiva contra o suspeito foi cumprido na noite desta quinta-feira (13), em uma fazenda envolvida na disputa familiar. Segundo o delegado Luciano Santos, responsável pelo inquérito, o homem confessou em depoimento ter matado o pai.

“A discussão existente entre eles era sim a disputa da herança do pai. Então, pode-se dizer que a causa foi sim motivada por isso, de maneira direta ou indireta. Eles não tinham uma relação boa por conta disso”, afirmou Santos.

A PC continua investigando o caso. Nesta sexta-feira (14), mandados de busca e apreensão foram cumpridos em busca da arma usada no crime.

A nossa reportagem não localizou a defesa do suspeito para se manifestar até a última atualização da reportagem.

Tiro no abdômen da vítima

O crime aconteceu no último dia 7, após uma discussão entre pai e filho. No dia, de acordo com o delegado, o carro do idoso chegou a ser vandalizado, com antena e para-choque arrancados. Na sequência, Lázaro foi morto com um tiro no abdômen.

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Carro da vítima chegou a ser vandalizado, com antena e para-choque arrancados.

“O próprio idoso, quando a polícia chegou, falou que foi o filho que atirou nele. Nossa equipe chegou rapidamente ao local e falou com ele”, explicou o delegado.

Mesmo tendo conseguido falar sobre o crime com a polícia, Lázaro não resistiu ao ferimento e morreu no hospital.

Medidas protetivas

Em 26 de fevereiro deste ano, o Poder Judiciário deferiu uma medida protetiva contra o filho de Lázaro. Com isso, o homem passou a ficar proibido de acessar ou frequentar a casa do pai, devendo manter uma distância mínima de 500 metros da propriedade.

O filho também foi obrigado a manter uma distância mínima de 200 metros do pai. A decisão levou em consideração uma outra briga familiar, em que Lázaro alegou ter sido vítima de agressão por parte do filho.

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