Os bebês trocados no Hospital da Mulher de Inhumas, na Região Metropolitana de Goiânia, passaram a ter em seus documentos oficiais os nomes dos pais biológicos e dos pais afetivos (pais que criaram as crianças). Isso foi uma decisão da Justiça que visa reconhecer tanto a filiação biológica quanto a criação afetiva desses meninos. A troca ocorreu no nascimento, em 2021, e só foi descoberta em 2024 após a realização de exames de DNA.
A Justiça determinou ainda que as crianças serão devolvidas gradualmente às famílias biológicas, mas continuarão convivendo com ambos os grupos familiares. As certidões foram alteradas para incluir os dois pares de pais, oficializando a dupla filiação no documento das crianças.
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