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Justiça

Delegado critica soltura de investigado por organização criminosa em Goiás

Segundo ele, o investigado responde a apurações por organização criminosa e é apontado em investigações da Polícia Civil e do Ministério Público com possível vínculo ao PCC em Aparecida de Goiânia.
Delegado Humberto Teófilo é jurado de morte pelo PCC em Goiás. Foto: Reprodução/Facebook

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O delegado Humberto Teófilo manifestou indignação após a decisão do Tribunal de Justiça de Goiás que colocou em liberdade Rivonaldo de Moura Xavier. Segundo ele, o investigado responde a apurações por organização criminosa e é apontado em investigações da Polícia Civil e do Ministério Público com possível vínculo ao PCC em Aparecida de Goiânia.

Foto: Divulgação/Delegado Humberto

Durante a operação policial, foram apreendidos cerca de R$ 200 mil em espécie e uma carteira de habilitação falsa, de acordo com a manifestação do delegado. Teófilo também afirmou que o nome de Rivonaldo apareceu em investigações relacionadas a ameaças de morte que ele teria sofrido em razão da atuação contra o tráfico de drogas e o crime organizado.

Na manifestação, o delegado disse que passou anos na linha de frente do enfrentamento às facções criminosas, com prisões e desarticulação de pontos de tráfico. Ele afirmou que esse trabalho resultou em ameaças, escolta, afastamento de atividades operacionais e perseguições institucionais.

Teófilo avaliou que a soltura transmite uma mensagem preocupante para a sociedade e para os profissionais de segurança pública. A crítica foi dirigida à decisão assinada por Hamilton Gomes Carneiro, juiz substituto em 2º grau do TJGO.

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