Vapor de água da Amazônia intensifica chuvas em Goiás por meio de um corredor de umidade, elevando riscos de tempestades em diversos municípios. O fenômeno, comum no verão brasileiro, transporta massas úmidas da região Norte para o Centro-Oeste, gerando pancadas volumosas e instabilidades climáticas.
Goiás está sob influência de um corredor de umidade que atua como uma “autoestrada atmosférica”, levando vapor d’água da Amazônia até o Sudeste via Brasil Central. Associado à Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), ele provoca chuvas de 20-50 mm por hora, raios e ventos acima de 50 km/h, beneficiando agricultura mas causando alagamentos em áreas urbanas como Goiânia.
O Cimehgo alerta 154 a 179 municípios.
Principais cidades incluem:
Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis, Trindade, Senador Canedo, Abadia de Goiás, Anicuns, Caldas Novas, Rio Verde, Jataí, Jaraguá e Goianésia, para 8 e 9 de janeiro, com máximas de 33°C e mínimas de 18°C. Chuvas recentes alagaram a Marginal Botafogo, BR-153 e Terminal da Praça da Bíblia, interditando vias e complicando o tráfego.
O sistema se dissipa em breve, reduzindo intensidade das chuvas nos próximos dias. População deve evitar áreas alagadas, monitorar alertas do Cimehgo e usar 193 ou 153 em emergências, priorizando abrigo durante temporais.
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