Ao finalizar o inquérito que investigava o acidente que ocorreu em um restaurante de Goiânia, a Polícia Civil concluiu que o veículo não tinha problemas mecânicos. No relatório policial, foi constatado que a condutora Elisabete Gonçalves Magalhães, de 68 anos, acelerou o carro de forma imprudente.
Elisabete foi indiciada por lesão corporal culposa, o inquérito que teve como investigadora a delegada Érica Botrel, foi concluso na quarta-feira (10) e remetido à Justiça de Goiás nesta quinta-feira (11).
A defesa afirmou que, caso o Ministério Público não devolva o inquérito policial para novas diligências, irão demonstrar os “equívocos e consistências” em juízo.
No teor do inquérito policial, a polícia explicou que o acidente aconteceu após o carro de Elisabete ter sido atingido por um Chevrolet Cruze e ela ter “perdido o controle da direção” antes de chegar à Avenida Jamel Cecílio. Todavia, que a primeira colisão não foi determinante para a perda do controle da direção ou para a aceleração excessiva do veículo, concluindo pela “conduta imprudente da motorista”.
A delegada descreve que o impacto do veículo no estabelecimento “foi tão violento que proporcionou um verdadeiro cenário de guerra e pânico no local”.
O resultado dos exames realizados no sistema de aceleração do veículo descartou a possibilidade de aceleração do motor “sem o acionamento do pedal do acelerador”. Além disso, pontuou que a “aceleração é interrompida assim que o pedal é liberado”.
No dia do acidente, o Corpo de Bombeiros registrou que 13 pessoas ficaram feridas. No entanto, no inquérito policial consta que 11 pessoas, fora a motorista, sofreram lesões corporais.
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