
Mulher é presa suspeita de coletar biometria facial em falsas entrevistas de emprego
Nos locais, ela realizava supostas entrevistas de emprego e solicitava informações pessoais dos candidatos, além do registro da biometria facial.

Nos locais, ela realizava supostas entrevistas de emprego e solicitava informações pessoais dos candidatos, além do registro da biometria facial.

A professora precisou ser levada para atendimento médico por causa dos ferimentos provocados pelas agressões. Após deixar a residência, o homem teria fugido levando a motocicleta e dois celulares da vítima.

A ação foi motivada por uma denúncia anônima que relatava agressões frequentes sofridas pela vítima.

A polícia trabalha com a hipótese de que o crime esteja relacionado a dívidas envolvendo drogas e à suspeita de que a vítima colaborava com forças policiais.

Conforme relatos da família, ele teria apresentado um surto, sido levado inicialmente a uma unidade hospitalar e, posteriormente, encaminhado para uma fazenda da região. Depois, teria deixado o local.

A investigada teria injetado um líquido ainda não identificado no corpo do paciente, retirado a traqueostomia e desligado o oxigênio utilizado por ele. Em uma das ocasiões, a equipe médica precisou intervir para estabilizar o homem.

De acordo com a corporação, duas peças de substância semelhante à maconha foram encontradas no interior do veículo.

O investigado foi liberado após o delegado de plantão do Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops) determinar a abertura de uma Verificação de Procedência de Informações (VPI), procedimento preliminar que antecede a instauração de inquérito policial.

O desaparecimento de Jefferson tem mobilizado a população de Aparecida de Goiânia e chamado atenção para o aumento de casos de pessoas desaparecidas em Goiás, que supera a média nacional.

Vargas Quintiliano da Costa, de 52 anos, cumpria pena de 24 anos e 10 meses de reclusão em regime fechado por homicídio, com mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Criminal de Rio Verde.