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Em parceria com Governo de Goiás, projeto leva investimento de R$ 30 milhões para piscicultura e gera 185 novos empregos, em Minaçu, no Norte goiano

Iniciativa prevê produção de três milhões de toneladas de tilápia, por ano, e deve promover nova vocação goiana para mercado internacional. Localização privilegiada e infraestrutura são atrativos para empresas se instalarem no Estado. “Goiás recebe os empresários de braços abertos. Temos a melhor logística do país e damos segurança a todos que aqui investem”, reforça o governador Ronaldo Caiado.

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Parceria do Governo de Goiás com a iniciativa privada vai levar investimento de R$ 30 milhões para implementar criadouro de peixe de larga escala e frigorífico, em Minaçu, no Norte goiano. A expectativa é que a produção chegue até três milhões de toneladas de tilápia, por ano, até 2024, e com geração de 185 novos empregos, sendo 155 diretos e 30 indiretos.

As atividades de piscicultura começam ainda neste mês de outubro e devem ter a primeira comercialização no primeiro semestre de 2022. O processo de implementação terá duas etapas e a empresa deve estar em plena produção até 2024.

A primeira etapa, já iniciada, prevê investimento de R$ 5 milhões com produção inicial de mil toneladas, por ano, e criação de 35 empregos diretos. Já a segunda etapa, que deve ser concluída em três anos, conta com mais R$ 25 milhões para instalação do frigorífico e tem previsão de triplicar a produção inicial, além de gerar outros 120 empregos diretos e 30 indiretos. “Goiás recebe os empresários de braços abertos. Temos a melhor logística do país e damos segurança a todos que aqui investem”, reforça o governador Ronaldo Caiado.

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A empresa que se instala no Norte goiano é proveniente de Rondônia. Ela decidiu fechar suas instalações na região Norte do Brasil e criar uma empresa 100% goiana, aproveitando toda a expertise adquirida durante os 12 anos no mercado e os incentivos de Goiás.

Segundo o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), José Vitti, as empresas querem vir para Goiás com seus inúmeros atrativos, como logística e infraestrutura adequadas, localização privilegiada, além de poder contar com um governo que dá todas as condições para quem deseja empreender em território goiano.

Dentre as vantagens de implementar a atividade em território goiano, os sócios proprietários da Super Fish, Cristiane de Oliveira e Roberto de Paula destacam a vocação do município e potencialidade para instalação de criadouros; facilidade com licenças que “em outros Estados demoram anos para se concretizar”; mão de obra facilitada; infraestrutura de escoamento; além dos benefícios fiscais do Governo do Estado que, para os proprietários, são as principais.

Minaçu também faz parte dos 64 municípios com maior carência e necessidade de desenvolvimento econômico que são preferenciais para a aprovação de investimentos e destinação de incentivos fiscais, como o Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) e o ProGoiás, que também devem atender o projeto.

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Exportação

A ampla previsão de produção do pescado abre possibilidades para a exportação. Os produtos goianos com mais vendas internacionais são as carnes, correspondendo a 30,12% do exportado pelo Estado, em setembro, com destaque para as carnes bovinas, de aves e suínas. O projeto deve ampliar a venda internacional de peixe e mostrar mais uma vocação do mercado internacional goiano.

 

Preocupação socioambiental

A nova empresa goiana também tem preocupação com o desenvolvimento social e ambiental. Segundo a sócia-proprietária, além da criação de 185 empregos e renda, a empresa deve valorizar a mão de obra feminina e conta com estruturas que cumprem todas as normas para evitar o impacto ambiental.

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ECONOMIA

Procon-SP recebe 703 reclamações sobre a Black Friday

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O Procon-SP recebeu 703 reclamações de consumidores que tiveram problemas nas compras ou contratações na Black Friday até a tarde de ontem (29). A B2W (Americanas.com, Submarino, Shoptime, Sou Barato e Lojas Americanas) teve 107 casos (15% das queixas) e a Via S/A (Casas Bahia, Ponto Frio e Extra.com), teve 96 (14% das queixas). Nas redes sociais, o órgão teve 457 consultas e pedidos de orientação sobre o tema.

As principais reclamações foram atraso ou não entrega da encomenda (174 reclamações, 25% do total); pedido cancelado após a finalização da compra (162 reclamações, 23% do total); mudança de preço ao finalizar a compra (79 ou 11%); maquiagem de desconto – quando o desconto oferecido não é real (77 ou 11%); e produto ou serviço indisponível (75 ou 11%).

Segundo o Procon-SP, na Black Friday do ano passado foram registrados 1.107 atendimentos (726 reclamações e 381 consultas e orientações nas redes sociais). De acordo com o diretor executivo do Procon-SP, Fernando Capez, neste ano, o número de reclamações manteve-se estável, com leve aumento de 3%.

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“Muitos consumidores consultaram o Procon-SP, o que demonstra que as pessoas estão mais cautelosas antes de fechar suas compras e se precavendo de eventuais golpes. Com o consumidor fazendo mais pesquisa, consultando a credibilidade do site, a reputação da empresa, prestando atenção ao preço total oferecido, acrescido à cobrança de frete, de encargos etc. as reclamações se reduzem aos problemas mais corriqueiros, como atraso e cancelamento do pedido. O balanço geral é positivo”, afirmou.

Edição: Maria Claudia

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