O caseiro Bruno Vieira de Souza, filho de Ismael Pereira de Souza, autor dos disparos que matou o policial militar, Uires Alves da Silva, em Britânia, foi liberado em uma Audiência de Custódia, medida judicial que entrou em vigor em todo o país há pelo menos seis meses.
Bruno foi o pivô de um confronto que terminou com a morte do militar, em um distrito do município de Britânia, em Goiás, crime ocorrido no último dia 9.
No confronto, o pai de Bruno, Ismael Pereira pegou a arma do militar e atirou duas vezes pelas costas contra o mesmo. Mesmo caída, a vítima recebeu mais dois disparos de sua própria arma na região da cabeça, morrendo no local.
Para o delegado Gilvan Borges, uma suposta participação no assassinato do policial ainda está sendo investigada. O inquérito que apura as mortes está em andamento e tem trinta dias para ser concluído.
O soldado Hélio Bezerra de Souza, que trabalhava com Uires e que conseguiu alvejar Ismael, permanece internado no Hospital de Urgências Governador Otávio Lage (Hugol), em Goiânia, sem previsão de alta. Lúcido, e sem risco de morte.
Esse é mais um caso em que a sociedade discute as audiências de custódias, onde o preso deve ser apresentado a um juiz no prazo máximo de 24 horas. Em algumas circunstâncias o juiz pode conceder a liberação do preso.
Cerca de 58% dos presos são liberados nas audiências de custódias, ao mesmo tempo em que dados da Secretaria de Segurança Pública apontam que somente três em cada dez presos liberados nas audiências voltam a cometer crimes.












































