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Forças policiais recapturam duas pessoas foragidas da justiça, em Itapaci

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No último dia 18, uma equipe da Polícia Militar (PM) do Grupo de Patrulhamento Tático (GPT) em conjunto com a Polícia Civil (PC) de Itapaci abordou e recapturou dois foragidos do Pider Judiciário, sendo um no Setor Flamboyant e o outro no Almeida.

A polícia ao realizar consultar dos antecedentes criminais dos abordados, constatou um mandado de prisão em aberto pelos artigos 155 (furto) e 180 (receptação) do Código Penal em relação ao homem recapturado no Flamboyant. O outro abordado no setor Almeida constava mandado de prisão expedido pelo artigo 157 (roubo).

Em decorrência dos fatos, os homens foram encaminhados para o Hospital Municipal para realização de relatórios médicos e em seguida entregue ao Sistema Prisional de Itapaci, onde estão à disposição do Poder Judiciário.

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PC indicia quatro envolvidos em mortes de advogados em Goiânia; Vídeo

De acordo com a PC, os suspeitos exerceram papéis de executor, intermediários e de mandante no crime

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A Polícia Civil (PC), através da Delegacia de Investigações de Homicídios (DIH) indiciou quatro pessoas pelos assassinatos dos advogados Marcus Aprigio Chaves, de 41 anos e Frank Alessandro Carvalhaes de Assis, de 47, no dia 28 de outubro, mortos em escritório no Setor Aeroporto em Goiânia. Conforme a PC, os indiciados, de acordo com as investigações exerceram papeis de executor, intermediários e de mandante; este último identificado como Nei Castelli.

A PC diz que “todas as circunstâncias do crime foram devidamente elucidadas e não há mais diligências a serem produzidas”. O inquérito já foi remetido ao Ministério Público de Goiás (MP-GO) na última terça-feira (1°) e, agora, fica a este a incumbência de oferecer ou não denúncia aos envolvidos.

 

Relembre o crime

O crime ocorreu no dia 28 de outubro, no escritório dos advogados localizado no Setor Aeroporto, em Goiânia. De acordo com as investigações, Nei Castelli teria contratado dois pistoleiros por R$ 100 mil para cometerem os homicídios.

As investigações apontam que o crime foi cometido porque as vítimas conquistaram em novembro do ano passado, na justiça, ação de reintegração de posse de uma propriedade rural em São Domingos, no Nordeste Goiano, atualmente ocupada por familiares do fazendeiro. Propriedade está avaliada em quase R$ 50 milhões.

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Nei Castelli foi o último suspeito de envolvimento no crime a ser detido. Outras três pessoas já haviam sido presas por participação no duplo homicídio. Um dos quatro suspeitos morreu em confronto com a Polícia Militar do Tocantins (PM-TO).

Na última segunda-feira (30), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) indeferiu liminarmente o Habeas Corpus impetrado em favor de Nei Castelli. A decisão foi do ministro Humberto Martins. Essa foi a segunda negativa da Justiça para a soltura do fazendeiro. No último dia 20 de novembro, foi a vez do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) negar a liberdade do suspeito. Veja o vídeo quando Castelli chegou, após ser preso, na Delegacia da PC em Goiânia:

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