Conforme dados da investigação, conduzida pelo delegado da PC, Glênio Ricardo, Negão era morador de Palestina, sendo que, após as atrocidades cometidas, sumiu da cidade. Na segunda-feira (22), após troca de informações, a Delegacia de Homicídios de Goiânia entrou em contato com a Polícia Civil de Jaraguá e informou que Negão tinha se apresentado lá e confessado a prática dos crimes.
Em uma operação, dias antes, realizada pela Polícia Militar (PM) no povoado de Palestina, um maior e um menor de idade foram presos por homens do BOPE suspeitos de serem participantes do crime, porém, o maior foi liberado em seguida por falta de provas contra ele.
A vítima era pai de um militar
A vítima Daltro, morto a golpes de facas era pai de um policial militar do Grupo de Patrulhamento Tático de Jaraguá (GPT), que na ocasião lamentou o ocorrido falando sobre a insegurança que vive a sociedade.
Segundo o indiciado, ele estava usando droga e resolveu roubar o carro do casal de idosos, casal esse que já tinha sido seus patrões. Ele teria chegado à residência do casal com uma faca em punho, quando houve a reação da vítima, o que o motivou a deferir os golpes de faca contra os idosos, disse no depoimento.
Antes de ir embora, o assassino constatou se os idosos realmente tinham morridos, pois o casal o conhecia. Antônio possuía um mandado de prisão em aberto que foi cumprido e, ademais, a Polícia Civil de Jaraguá também já tinha em mãos a sua prisão decretada referente às duas mortes ocorridas em Palestina, que também foi cumprida.
Na data de ontem (23), duas equipes da Polícia Civil de Jaraguá foram com o autor até uma propriedade rural onde ele disse ter dispensado a faca usada no crime, porém, após horas de varredura, nada foi encontrado. Antônio encontra-se na Unidade Prisional de Jaraguá a disposição do Poder Judiciário.
Da Redação com Informações da Polícia Civil de Jaraguá










































