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Rialma

Jovem de 22 anos morre após ser golpeado por irmão, em Rialma; investigação aponta legítima defesa

Ao chegarem ao local, os policiais encontraram a vítima caída, com intenso sangramento no tórax e abdômen. O SAMU prestou os primeiros socorros e encaminhou Eduardo a um hospital, onde não resistiu aos ferimentos.
Eduardo Nascimento dos Santos, morreu após ser esfaqueado no setor Parque Industrial, em Rialma. Foto: Reprodução

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Na madrugada desta quarta-feira (27), por volta das 2h, um homem de 22 anos, identificado como Eduardo Nascimento dos Santos, morreu após ser esfaqueado no setor Parque Industrial, em Rialma, próximo ao cemitério local. Equipes da Polícia Militar e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram acionadas ao endereço.

Ao chegarem ao local, os policiais encontraram a vítima caída, com intenso sangramento no tórax e abdômen. O SAMU prestou os primeiros socorros e encaminhou Eduardo a um hospital, onde não resistiu aos ferimentos.

Segundo o relato do pai da vítima às autoridades, o autor das lesões seria o próprio irmão de Eduardo, que já estava em casa quando a Polícia Militar chegou. A equipe deslocou-se até a residência indicada, onde o suspeito aguardava a chegada da guarnição.

Em depoimento preliminar, o suspeito disse que vinha sendo ameaçado pelo irmão há vários dias. Conforme sua versão, Eduardo teria retornado à casa em estado exaltado, chutando o portão, invadindo o imóvel e danificando objetos — entre eles, a muleta do suspeito, que tem deficiência física. Ainda de acordo com o suspeito, o irmão teria agredido fisicamente ele e a esposa.

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O homem afirmou ter reagido em legítima defesa e desferido cerca de quatro golpes de faca na região torácica do irmão. Após o ocorrido, ele permaneceu no local e esperou a chegada da Polícia Militar.

O delegado responsável pelo caso, Douglas Pereira da Costa, informou que a principal linha de investigação considera a possibilidade de que a vítima estivesse sob efeito de entorpecentes e álcool, apresentando possível estado de alucinação no momento dos fatos. Até o momento, o suspeito não foi autuado em flagrante, pois as evidências iniciais colhidas pela investigação apontam, em tese, para uma situação de legítima defesa. O caso segue sob apuração pela polícia civil.

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