O Ministério Público de Goiás (MPGO) identificou gasto excessivo com serviços de advocacia no município de Barro Alto, no Vale São Patrício e recomendou ao prefeito redução dos valores na Lei Orçamentária de 2026. A análise aponta que o município desembolsou R$ 1.169.821,04 em um ano com a contratação de seis escritórios de advocacia, valor 145% superior ao observado em cidades de porte semelhante.
O MPGO também destacou que, por habitante, Barro Alto apresenta o maior custo com advocacia entre todos os municípios goianos, o que configura uso desproporcional da verba pública. A recomendação encaminhada ao prefeito Álvaro Machado de Freitas fixa um limite máximo de R$ 743.784,00 para gastos com serviços jurídicos no exercício de 2026.
Além da redução orçamentária, o Ministério Público orienta a otimização da estrutura jurídica interna da prefeitura, evitando contratações de escritórios particulares para demandas rotineiras. A medida visa garantir maior eficiência na aplicação dos recursos públicos e o cumprimento das regras de responsabilidade fiscal, sem comprometer o atendimento jurídico adequado ao município.
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