Um caso chocante de maus-tratos a animais ocorreu no Setor Castelo Branco, em Goiânia, no dia 5 de março de 2026. O cão comunitário conhecido como Johnny, de cerca de seis anos e cuidado por moradores locais, estava deitado na calçada quando uma mulher jogou um líquido quente sobre ele, causando queimaduras graves em quase 50% do corpo, incluindo lesões de terceiro grau.
Imagens de câmeras de segurança flagraram o ataque: Johnny dormia pacificamente quando a suspeita, identificada como Cassilda Ferreira de Almeida, surgiu do portão e lançou o líquido, fazendo o animal correr gritando de dor. Moradores como o empresário Wander Rodrigues relataram o choro alto do cão, ouvido por uma secretária que o encontrou ferido dias depois.
A revolta foi geral no bairro, pois todos ajudavam a alimentar Johnny. A família de Cláudia Oliveira cuidou dele nas primeiras noites, revezando para aliviar o sofrimento, antes de levá-lo a um veterinário. O profissional João Victor Silva de Melo confirmou febre, desidratação e dor intensa no animal.
A Polícia Civil de Goiás, sob a delegada Simelli Lemes, confirmou queimadura térmica por perícia, descartando água sanitária como alegado pela suspeita – que disse lavar a calçada. Cassilda negou óleo quente, mas o laudo materializa o crime de maus-tratos; oitiva de envolvidos está em andamento, com pena possível de até cinco anos de prisão.
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