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Opinião

O dilema das urnas eletrônicas!

O que chama especial atenção, demonstrando que seus eleitores estão sempre satisfeitos com suas posturas legislativas frente ao parlamento nacional. É o caso de políticos de determinados partidos, desnecessário citar nomes, uma vez que para se elegerem, basta que se inscrevam na Justiça eleitoral, não sofrendo nenhum tipo de crítica, observação ou consideração por parte de seus eleitores.

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Estamos a assistir, por todos os locais por ande passamos a discussão sobre a confiabilidade das urnas para as próximas eleições.

O Superior Tribunal Eleitoral, jura de pés juntos, que as nossas urnas são, indiscutivelmente, seguras e honestas. Quanto a isso não temos a menor dúvida. Basta definir para quem elas são tudo isso!

Os membros desse tribunal dizem que não há provas de que as mesmas mereçam qualquer tipo de desconfiança uma vez que as mesmas não têm ligação com a internet e, portanto, oferecem todo o tipo de credibilidade para o eleitor brasileiro.

Face ao exposto, cumpre observar que determinados candidatos são sempre reeleitos, independente dos seus desempenhos à frente de seus mandatos como candidato eleito para representar os seus constituintes em seus Estados. O que chama especial atenção, demonstrando que seus eleitores estão sempre satisfeitos com suas posturas legislativas frente ao parlamento nacional. É o caso de políticos de determinados partidos, desnecessário citar nomes, uma vez que para se elegerem, basta que se inscrevam na Justiça eleitoral, não sofrendo nenhum tipo de crítica, observação ou consideração por parte de seus eleitores.

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Quanto a isso tivemos o caso, mais saliente, de um ex-presidente da República que patrocinou o maior escândalo de desvio de conduta ética da história da vida política nacional, envolvendo empresa como a Petrobras a Eletrobrás, Fundos de Pensões, dentre ouras com desvios de recursos financeiros astronômicos, como é do conhecimento de todos.

Mesmo tendo cavado feridas enormes no tecido social brasileiro, esse tipo, foi reeleito. Isso significa que o eleitor nacional não se incomodou com tudo o que o mesmo patrocinou, de desconforto, moral, financeiro e governamental aos seus nacionais. Não cabe aqui enumerar a quantidade de desatinos administrativos que foram cometidos naquela fúnebre passagem desse desajustado pelos corredores do Palácio do Planalto. Esse indigno se serviu da máquina pública para eleger a sua sucessora, uma ex-guerrilheira que participou de organizações criminosas para tirar a paz da Nação, nos tempos de enfrentamentos com as forças responsáveis pela paz, desenvolvimento e segurança Nacional.

Tudo isso aconteceu graças a despolitização dos nossos eleitores e da segurança que as nossas urnas eletrônicas conferem a quem acredita em suas programações!

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Cícero Carlos Maia é professor

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