A medida que os meses vão acontecendo e a eleição vai se tornando uma realidade, muitos fatos curiosos vão se descortinado e a exposição dos candidatos vai ficando cada vez transparente para o eleitor.
Nesse espaço vou procurar alertar o eleitor sobre alguns fatos que podem fazer diferença na hora da solitária, porém consciente escolha o eleitor deve recomendar o que é melhor para todos uma vez que o voto é um investimento com consequências duradouras e, muitas vezes, de difícil reversibilidade.
Há quem tente mostrar que nessa corrida eleitoral há uma polaridade entre os candidatos que estão concorrendo ao posto maior da praça dos três poderes, qual seja, alcançar o topo do Poder Executivo que leva o título muito nobre de Presidente da República.
Como todos os candidatos são conhecidos, aqui nesse espaço vou trata-los como candidato A e o candidato B por apresentarem as maiores referências preferencias do eleitorado, especialmente traduzidas pelas intenções de votos se a eleição fosse no momento da pesquisa.
Como ambos os candidatos apresentam performances diferentes na vida e em suas passagens pela vida pública do Poder Executivo uma vez que um deles já esteva lá e o outro ainda lá se encontra e pretende continuar. Vamos lá:
Candidato A: Já passou pelo Palácio do Planalto deixou um rastro de ações nada elogiáveis, chegando até a ser levado aos porões do cárcere a fim de ser reeducado politicamente. Curiosamente, os números das pesquisas estão forçando a que esse seja o preferido dos eleitores. A rigor esse personagem nem deveria lá estar devido o princípio da Lei da Ficha Limpa. Mas enfim, é o que temos para o pleito! Esse candidato sai na capa da revista Time, mas não sai às ruas!
Candidato B: É um político com muitos anos de passagem pelo plenário da Câmara dos Deputados e como todas as decisões no Brasil passam tanto pelo plenário da Câmara dos Deputados como do Senado Federal, é um candidato que não oferece maior receio. A sua atuação como presidente da República, considerando como ele pegou o país, a infame pandemia que agitou o mundo; guerra que abalou especialmente o universo dos alimentos; mesmo assim deu para vacinar toda a população; amparar milhões de brasileiros com uma renda mínima; amparou empresas evitando desemprego e muitas outras atividades que foi feita, mas que só surgirá na campanha.
Enfim, vemos que a suposta polarização é um delírio!
Cícero Carlos Maia é professor – [email protected]
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