Um pedido de prorrogação da prisão temporária dos 17 investigados que continuam presos pela operação S.O.S Samu foi protocolado pelo Ministério Público de Goiás, na capital, nesta sexta-feira (24).
O prazo da primeira prisão temporária vence neste sábado. Duas pessoas ainda não se apresentaram e continuam foragidas.
A operação apurou um esquema criminoso envolvendo empresários de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e funcionários do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Goiânia, com o pagamento de propinas para que esses servidores encaminhassem pacientes que tivessem planos de saúde a determinadas UTIs, fraudando a regulação dos leitos.
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