A Justiça de São Paulo autorizou hoje a liberação de Sidney Oliveira, proprietário da Ultrafarma, e de Otavio Gomes, executivo da Fast Shop, após solicitação do MP-SP.
Por outro lado, a prisão do auditor fiscal Artur Gomes da Silva Neto foi mantida. De acordo com o Ministério Público de São Paulo, ele era quem “indicava o caminho” para o suposto esquema de corrupção que envolve as empresas varejistas.
Marcelo de Almeida Gouveia, outro auditor fiscal mencionado na investigação, também continuará preso. Tatiane de Conceição Lopes, que teria auxiliado na lavagem de dinheiro, foi liberada.
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