Após seis dias de julgamento e a oitiva de 18 testemunhas, o Tribunal do Júri do Distrito Federal e Territórios, em Planaltina, condenou neste sábado, 18, os cinco réus acusados de participação na maior chacina da história do Centro-Oeste, que terminou com dez pessoas da mesma família mortas.
O Conselho de Sentença reconheceu a prática de homicídios qualificados, roubos, ocultação e destruição de cadáveres, sequestro, fraude processual, associação criminosa e corrupção de menor. A sessão foi retomada no sábado com a votação dos quesitos em sala secreta, e o resultado foi anunciado por volta das 22h30.
Gideon Batista de Menezes recebeu a maior pena, de 397 anos, oito meses e quatro dias de reclusão, além de um ano e cinco meses de detenção. Ele era apontado pelo Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) como líder do grupo e foi condenado por todos os crimes: homicídios, extorsão mediante sequestro, ocultação de cadáver, roubo, corrupção de menores, associação criminosa e outros.
Horácio Carlos Ferreira Barbosa teve pena fixada em 300 anos, seis meses e dois dias de reclusão, além de um ano de detenção e também foi condenado por todos os crimes.
Carlomam dos Santos Nogueira foi condenado a 351 anos, um mês e quatro dias de reclusão, mais 11 meses de detenção.
Fabrício Silva Canhedo foi condenado a 202 anos, seis meses e 28 dias de reclusão, além de um ano de detenção, por crimes como extorsão mediante sequestro, associação criminosa e outros ligados à manutenção do cativeiro, mas não foi responsabilizado diretamente pelas mortes.
Carlos Henrique Alves da Silva recebeu pena de dois anos de reclusão por cárcere privado.
Segundo a acusação, eles cometeram os crimes para ficar com uma chácara da família avaliada em R$ 2 milhões.
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