Justiça

Em Goiás, estudante de direito vai a júri popular acusado de matar o namorado da ex

Conforme o Poder Judiciário, o acusado réu teria confessado crime a uma testemunha: “Peguei o cara que estava me fazendo de otário”. Para à PC, Fernando Alves Pimentel negou que tenha matado a vítima.

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Mais de três anos depois do crime, o estudante de direito Fernando Alves Pimentel, acusado de matar Roberto César dos Santos Freitas, em 6 de janeiro de 2018, vai a júri popular na manhã desta quinta-feira (14). A sessão de julgamento irá acontecer no Fórum Cível, no Jardim Goiás, e será presidida pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 3ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida e Tribunal do Júri. De acordo com o magistrado, o suspeito teria praticado o crime por motivo passional, como forma de vingança da vítima que, na época, estava se relacionando com a ex-namorada do acusado.

Jesseir Coelho de Alcântara, ao analisar o caso, acolheu o parecer do Ministério Público de Goiás (MP-GO) para apreciação do Conselho de Sentença, uma vez que ficou comprovado no processo que o acusado teria surpreendido a vítima por uma rajada de tiros enquanto ela mexia no celular e abria o portão da residência.

No dia do crime, a vítima foi surpreendida por vários disparos de arma de fogo quando chegava em sua casa, no Conjunto Habitacional Aruanã I, em Goiânia. Fernando Alves foi flagrado por câmeras de circuito externo da rua, dirigindo um carro nas imediações no dia do ocorrido. O suspeito foi preso dias depois do crime, portando diversas armas, entre elas, uma pistola da marca Taurus, modelo PT 809, calibre 9mm, sem numeração de registro.

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JUDICIÁRIO

Poder Judiciário determina soltura de médico, em Anápolis

A prisão do médico foi revogada, porque Camargo considerou que o mesmo possui residência fixa e é réu primário, apesar de ter sido condenado em Brasília pelo mesmo crime, porém, o processo ainda não foi transitado em julgado.

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O juiz de direito, Adriano Roberto Linhares Camargo determinou a soltura do médico ginecologista e obstetra Nicodemos Júnior Estanislau de Morais, de 41 anos. Ele foi liberado na noite dessa segunda-feira (4), após 6 dias em uma prisão de Anápolis.

A prisão do médico foi revogada, porque Camargo considerou que o mesmo possui residência fixa e é réu primário, apesar de ter sido condenado em Brasília pelo mesmo crime, porém, o processo ainda não foi transitado em julgado.

Nicodemos foi preso na quarta-feira (29/09) e agora, responderá ao processo em liberdade. Ele é acusado pelos crimes de importunação sexual, violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável.

O Poder Judiciário determinou não pode entrar em contato com as vítimas, não pode ir ao consultório onde atendia e está proibido de exercer a profissão de médico.

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