O ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, voltou a ser levado nesta semana a um tribunal federal em Nova York, nos Estados Unidos, em mais uma etapa do processo que enfrenta por acusações ligadas ao narcotráfico. A nova audiência chamou atenção não apenas pelo andamento do caso, mas também pela aparência do líder venezuelano, descrito por veículos da imprensa como visivelmente mais magro após quase três meses preso.
Maduro e a esposa, Cilia Flores, foram apresentados à Justiça americana em meio a uma disputa jurídica que inclui acusações de narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína e envolvimento com armamentos. A audiência também tratou de questões processuais, como a forma de custeio da defesa, já que sanções impostas pelos EUA dificultam o uso dos recursos do casal para pagar advogados.
Desde a captura, em janeiro, Maduro está detido no Centro de Detenção Metropolitano, no Brooklyn, considerado uma das unidades federais mais rígidas dos Estados Unidos. Reportagens recentes apontam que ele aparece em uma área de segurança elevada, reservada a presos classificados como de alto risco.
A defesa tenta barrar o processo e questiona a legalidade das acusações, enquanto o governo americano mantém a linha de endurecimento. A Justiça dos EUA, até o momento, decidiu preservar as imputações já apresentadas contra o ex-presidente venezuelano.
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