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judiciário

Ginecologista condenado por violação sexual tem DNA incluído em banco genético

O processo destacou que o réu praticou os atos sob pretexto de exames, causando confusão e constrangimento à paciente, que só percebeu a gravidade da situação após relatar os fatos à família e registrar denúncia.
Hector Javier Lozano Galindo | Foto: Reprodução

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O Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) confirmou a condenação do médico ginecologista Hector Javier Lozano Galindo pelo crime de violação sexual mediante fraude, cometido em Planaltina (GO) entre agosto e outubro de 2018. Segundo a denúncia, o médico realizou procedimentos invasivos e atos libidinosos sem o consentimento adequado da paciente, que tinha 22 anos e era em sua primeira consulta ginecológica.

A 2ª Câmara Criminal do TJGO manteve a pena de 2 anos de reclusão, substituída por restritivas de direito, e determinou a coleta do material genético do condenado para inclusão no Banco Nacional de Perfis Genéticos, além de comunicar a condenação aos Conselhos Regionais de Medicina. O processo destacou que o réu praticou os atos sob pretexto de exames, causando confusão e constrangimento à paciente, que só percebeu a gravidade da situação após relatar os fatos à família e registrar denúncia. A decisão representa um avanço no combate a crimes sexuais na área médica e reforça a importância do monitoramento dos profissionais condenados pela Justiça.

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