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Justiça

Em Rubiataba, Justiça condena a mais de 30 anos de prisão por agenciar e coordenar ações que mataram dono de cartório

A pessoa de Luizmar Francisco Neto foi denunciado pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO). Conforme os autos do processo, a vítima foi sequestrada, levada em seu próprio carro e morta com 15 disparos de arma de fogo.
A vítima Luiz Fernando Alves Chaves tinha 40 anos e era dono de Cartório de Registro de Imóveis de Rubiataba.

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A pessoa de Luizmar Francisco Neto foi denunciado pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO), por ter agenciado e coordenado as ações que mataram dono de cartório Luiz Fernando Alves Chaves, em Rubiataba no Vale do São Patrício. Ele foi condenado a 31 anos e 6 meses de prisão.

O MP-GO pediu a condenação do réu pelos crimes de homicídio qualificado e roubo circunstanciado. A defesa pediu o afastamento das qualificadoras, a condenação do réu por homicídio simples e a absolvição dele em relação ao crime de roubo majorado.

O crime aconteceu em dezembro de 2021. O julgamento foi realizado na última segunda-feira (11) e o MP-GO foi representado pelas promotoras de Justiça, Yule Reis e Gisele Campos.

Conforme o MP-GO, a vítima foi sequestrada em casa por dois homens, levado em seu próprio carro, e foi morto com 15 disparos de arma de fogo. O corpo foi encontrado em um canavial em Uruana.

De acordo com a denúncia, o réu, Luizmar Francisco Neto, teria planejado e arquitetado o crime. Ele se encontrou com os atiradores para repassar informações sobre a vítima e sua rotina, além de entregar a eles as chaves da residência da vítima, o controle do portão e as abraçadeiras de plástico para amarrar as mãos da vítima.

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Além disso, o acusado ainda disse como eles deveriam fazer e os deixou próximo ao local dos fatos. Além da morte, o acusado foi também julgado pelo crime de roubo circunstanciado pelo concurso de agentes, restrição da liberdade da vítima, e uso de arma de fogo.

O julgamento foi realizado pelo juiz de direito, Alves Lessa que levou em conta, entre outras agravantes, o fato do acusado ser reincidente em diversos processos penais e ser o autor intelectual do crime.

Assim, Luizmar Francisco Neto foi condenado a 31 anos e 6 meses de prisão e foi fixada uma indenização mínima no valor de R$ 10 mil, em favor da família da vítima, com incidência de juros de mora desde a data do crime.

Luizmar está preso preventivamente e não poderá recorrer da sentença em liberdade. Outros seis réus também estão sendo processados para serem julgados pelo Tribunal do Júri da Comarca de Rubiataba.

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